É o que sugere Alexei Koudinov, do Doping Journal. De acordo com uma reportagem do Terra,
Ouvir música aumenta a capacidade de oxigênio no sangue e melhora a performance do atleta, segundo o Instituto Max Planck para Cognição Humana e Ciências do Cérebro, em Leipizig, na Alemanha. E isso é ilegal, atestam alguns especialistas.

Michael Phelps ficando doidão (gettyimages.com)
Na minha opinião de total desconhecedor das normas anti-doping, será que estas mudanças causadas por algo externo — e não uma substância consumida pelo atleta — que não causa problemas de saúde, é suficiente para caracterizar o doping?
Porém, pelo que tenho conferido, quando um atleta acostumado a competir em altitudes extremas — onde a concentração de oxigênio no ar é mais baixa — compete em uma altitude mais baixa — onde a concentração é maior — a oxigenação dele aumenta, e ele tem um maior rendimento. Alguém lembra do pique do Guerrón no segundo tempo da prorrogação na final da Libertadores?
E aí, como é que fica?
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